{"id":1670,"date":"2021-05-07T10:45:12","date_gmt":"2021-05-07T13:45:12","guid":{"rendered":"https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/?p=1670"},"modified":"2021-11-09T16:22:27","modified_gmt":"2021-11-09T19:22:27","slug":"analise-de-atomos-nova-arma-da-pf-contra-o-trafico-de-fauna-no-amazonas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/analise-de-atomos-nova-arma-da-pf-contra-o-trafico-de-fauna-no-amazonas\/","title":{"rendered":"An\u00e1lise de \u00e1tomos: nova arma da PF contra o tr\u00e1fico de fauna no Amazonas"},"content":{"rendered":"\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>T<em>ecnologia in\u00e9dita permite identificar se um animal vendido em um criadouro autorizado foi capturado ilegalmente na natureza.<\/em><\/li><li><em>A partir da an\u00e1lise dos chamados is\u00f3topos est\u00e1veis presentes em unhas e pelos, a Pol\u00edcia Federal do Amazonas pode agora distinguir qual a origem geogr\u00e1fica de um animal.<\/em><\/li><li><em>O novo m\u00e9todo ajuda a desmascarar o \u201cesquentamento\u201d de fauna \u2013 fazer um animal capturado na natureza se passar por um nascido em criadouro legalizado.<\/em><\/li><li><em>As informa\u00e7\u00f5es obtidas permitem que se fa\u00e7am solturas mais precisas, com o retorno dos animais aos locais onde foram capturados.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Identificar animais silvestres capturados ilegalmente na natureza dentro de criadouros autorizados sempre foi um desafio para os \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico no Brasil. Em muitos casos, somente com an\u00e1lises laboratoriais \u00e9 poss\u00edvel comprovar a fraude. E as investiga\u00e7\u00f5es desenvolvidas no combate ao tr\u00e1fico de fauna no pa\u00eds raramente conseguem acesso a essas tecnologias.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a Superintend\u00eancia Regional da Pol\u00edcia Federal no Amazonas investiu em equipamentos e capacita\u00e7\u00e3o de profissionais para come\u00e7ar a trabalhar com o que h\u00e1 de mais moderno em per\u00edcia no combate ao tr\u00e1fico de fauna e a alguns crimes ambientais na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde janeiro, os peritos t\u00eam \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o equipamentos que realizam an\u00e1lises de is\u00f3topos est\u00e1veis. \u201cSomos pioneiros na implementa\u00e7\u00e3o dessa metodologia entre as organiza\u00e7\u00f5es policiais brasileiras. A Pol\u00edcia Federal est\u00e1 na vanguarda\u201d, afirma o ex-superintendente regional da PF no Amazonas, o delegado Alexandre Silva Saraiva, que foi substitu\u00eddo do cargo ap\u00f3s enviar not\u00edcia-crime ao Supremo Tribunal Federal contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, e o senador Telm\u00e1rio Mota (Pros-RR), acusando-os de envolvimento com irregularidades no com\u00e9rcio de madeira nativa no Par\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Para implementar a nova tecnologia, a Pol\u00edcia Federal do Amazonas investiu R$ 2,6 milh\u00f5es em equipamentos e na adequa\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es laboratoriais, sendo R$ 2,5 milh\u00f5es provenientes de termo de ajuste de conduta (TAC) realizado com infratores e R$ 100 mil de verba pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA an\u00e1lise de is\u00f3topos est\u00e1veis \u00e9 uma t\u00e9cnica muito vers\u00e1til que pode ser adotada em diversas casu\u00edsticas. As aplica\u00e7\u00f5es forenses s\u00e3o in\u00fameras, sendo o tr\u00e1fico de fauna uma delas. Por conta disso, ter os equipamentos dispon\u00edveis na superintend\u00eancia do estado do Amazonas representa um avan\u00e7o imenso no combate ao crime na regi\u00e3o\u201d, afirma Saraiva para explicar a op\u00e7\u00e3o por investir nessa nova metodologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de crimes envolvendo animais, a per\u00edcia com is\u00f3topos est\u00e1veis pode ser aplicada em casos de extra\u00e7\u00e3o e com\u00e9rcio ilegais de madeiras nativas e min\u00e9rios (como o ouro dos garimpos), al\u00e9m de investiga\u00e7\u00f5es que envolvam alimentos e entorpecentes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Nova tecnologia permite identificar a origem geogr\u00e1fica do animal<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Cada elemento qu\u00edmico, ou subst\u00e2ncia, pode ter diferentes quantidades de n\u00eautrons no n\u00facleo do \u00e1tomo. Isso faz com que um mesmo elemento possa ter variantes que s\u00e3o chamadas de is\u00f3topos. A metodologia pericial rec\u00e9m implantada pela Pol\u00edcia Federal trabalha com os chamados is\u00f3topos est\u00e1veis, aqueles em que n\u00e3o h\u00e1 altera\u00e7\u00f5es na quantidade de n\u00eautrons.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme explica a bi\u00f3loga e professora do Departamento de Ecologia da Universidade de Bras\u00edlia, Gabriela Bielefeld Nardotto, \u201cincluem-se no grupo dos is\u00f3topos est\u00e1veis que mais utilizamos na \u00e1rea ambiental e forense o carbono-12 (leve) e o carbono-13 (pesado); o nitrog\u00eanio-14 (leve) e o nitrog\u00eanio-15 (pesado); o oxig\u00eanio-16 (leve) e o oxig\u00eanio-18 (pesado) e o hidrog\u00eanio-1 (leve) e o hidrog\u00eanio-2 (pesado)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadora sobre o uso de is\u00f3topos est\u00e1veis em estudos ambientais, Gabriela explica que a propor\u00e7\u00e3o entre os is\u00f3topos pesados e os leves desses elementos qu\u00edmicos, que resulta em um n\u00famero chamado raz\u00e3o isot\u00f3pica, varia conforme a regi\u00e3o. Isso faz com que esse n\u00famero esteja nas caracter\u00edsticas dos alimentos consumidos de uma determinada \u00e1rea pelos animais na natureza. Consequentemente, o mesmo n\u00famero ser\u00e1 encontrado no organismo desse animal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom isso, podemos usar na an\u00e1lise as unhas e os pelos de mam\u00edferos, que s\u00e3o formados por queratina e que, por sua vez, \u00e9 formada por carbono, nitrog\u00eanio, oxig\u00eanio e hidrog\u00eanio\u201d, salienta a professora. A propor\u00e7\u00e3o dos is\u00f3topos na queratina dos animais ser\u00e1 a mesma da dos alimentos consumidos e da \u00e1gua de onde eles vivem. Ou seja, a nova metodologia de an\u00e1lise pericial implantada na Pol\u00edcia Federal do Amazonas torna poss\u00edvel identificar a origem geogr\u00e1fica de um animal.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas essa \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o que, no caso de crimes contra a fauna, n\u00e3o \u00e9 sempre necess\u00e1ria. \u201cNem precisamos descobrir o local de origem do esp\u00e9cime. Esse exame permite comparar os is\u00f3topos da amostra do animal apreendido com os da alimenta\u00e7\u00e3o ou da \u00e1gua fornecidas pelo criador. Se as propor\u00e7\u00f5es isot\u00f3picas n\u00e3o baterem, h\u00e1 irregularidade. Para a investiga\u00e7\u00e3o policial, j\u00e1 \u00e9 suficiente\u201d, explica Saraiva. Segundo ele, o novo m\u00e9todo ajuda a desmascarar o \u201cesquentamento\u201d de fauna \u2013 fazer um animal capturado na natureza se passar por um nascido em criadouro legalizado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVia de regra, os animais de cativeiro se alimentam de ra\u00e7\u00e3o industrializada e isso confere a eles uma propor\u00e7\u00e3o isot\u00f3pica diferente daqueles n\u00e3o origin\u00e1rios de cativeiro\u201d, acrescentou o delegado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo nos casos em que o animal retirado da natureza ficar durante muito tempo em cativeiro, recebendo a mesma alimenta\u00e7\u00e3o e em ambiente similar aos esp\u00e9cimes nascidos no criadouro, Gabriela afirma ser poss\u00edvel desmascarar o golpe. Nos mam\u00edferos, por exemplo, tecidos como os de dentes t\u00eam sua propor\u00e7\u00e3o isot\u00f3pica registrada logo ap\u00f3s o nascimento ou nos primeiros anos de vida, quando s\u00e3o formados.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as aves, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complicada, j\u00e1 que o valor isot\u00f3pico das penas, por exemplo, est\u00e1 ligado \u00e0s caracter\u00edsticas da regi\u00e3o em que estava o animal quando foram formadas. \u201cPor isso devem ser consideradas as taxas de renova\u00e7\u00e3o dos tecidos amostrados na investiga\u00e7\u00e3o. Uma vez conhecidas as taxas de renova\u00e7\u00e3o, pode-se inferir temporalmente a idade do tecido e espacialmente tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel inferir de qual regi\u00e3o geogr\u00e1fica este animal pode ser oriundo\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>E o aparelho respons\u00e1vel por essa an\u00e1lise \u00e9 o Espectr\u00f4metro de Massas de Raz\u00e3o Isot\u00f3pica, rec\u00e9m adquirido pela PF do Amazonas. De acordo com Saraiva, a metodologia ir\u00e1 ajudar em investiga\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fico de tartarugas-da-amaz\u00f4nia (<em>Podocnemis expansa<\/em>), tracaj\u00e1s (<em>Podocnemis unifilis<\/em>), pirarucus (<em>Arapaima gigas<\/em>) e jacar\u00e9s.<\/p>\n\n\n\n<p>No estado, criadouros comerciais legalizados de animais dessas esp\u00e9cies estariam, segundo o policial, inserindo animais retirados da natureza em seus plant\u00e9is para vend\u00ea-los como se ali tivessem nascido. \u201cSer\u00e1 poss\u00edvel identificar o que foi \u201cesquentado\u201d pelo criadouro, separando o joio do trigo\u201d, diz Saraiva.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1672\" srcset=\"https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-219x146.jpg 219w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-50x33.jpg 50w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-113x75.jpg 113w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1-600x400.jpg 600w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/IMG_0664-2048x1365-1.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Nova tecnologia ir\u00e1 ajudar a rastrear a origem de tartarugas-da-amaz\u00f4nia, uma das esp\u00e9cies mais traficadas no norte do pa\u00eds. Foto: Camila Ferrara.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ferramenta \u00e9 importante para solturas precisas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O especialista em tr\u00e1fico de animais da ONG WCS (Wildlife Conservation Society) Brasil, Rafael Leite, considera interessante o investimento em per\u00edcia feito pela Pol\u00edcia Federal no Amazonas. Para o ambientalista, que est\u00e1 baseado em Manaus, seria ideal que os diferentes \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o que atuam no estado tivessem infraestrutura para realizar esse tipo de per\u00edcia ou que pudessem ter acesso a ela. \u201cO que n\u00e3o pode \u00e9 investir dinheiro p\u00fablico e deixar o que foi constru\u00eddo se transformar em um elefante branco, com pouca utiliza\u00e7\u00e3o\u201d, diz Leite.<\/p>\n\n\n\n<p>O delegado Saraiva afirma que a Pol\u00edcia Federal tem insumos suficientes para realizar exames em larga escala. Nos casos envolvendo fauna, os resultados das an\u00e1lises ficam prontos em 48 horas. \u201cA PF est\u00e1 aberta, inclusive, para trabalhar com outros \u00f3rg\u00e3os governamentais e otimizar ao m\u00e1ximo a utiliza\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio e dos equipamentos\u201d, destacou.<\/p>\n\n\n\n<p>A veterin\u00e1ria e especialista em quel\u00f4nios da WCS Brasil, Camila Ferrara, acha importante que as an\u00e1lises com base em is\u00f3topos est\u00e1veis feitas nos laborat\u00f3rios da PF tentem identificar tamb\u00e9m o local de origem dos animais apreendidos. \u201cEssa informa\u00e7\u00e3o permite que se fa\u00e7am solturas mais precisas, com o retorno deles aos locais onde foram capturados\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Para determinar a origem dos esp\u00e9cimes, s\u00e3o necess\u00e1rias amostras do ambiente de onde foram retirados para que a propor\u00e7\u00e3o isot\u00f3pica dos elementos na \u00e1gua, por exemplo, seja comparada com a do animal. Para isso, torna-se imprescind\u00edvel a constru\u00e7\u00e3o de um banco de dados com essas informa\u00e7\u00f5es sobre os locais de captura.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a bi\u00f3loga Juliana Machado Ferreira, diretora executiva da ONG especializada no combate ao tr\u00e1fico de fauna Freeland Brasil, an\u00e1lises com is\u00f3topos est\u00e1veis e testes a partir de DNA s\u00e3o os meios mais eficazes para investigar fraudes em criadouros e garantir o retorno dos animais \u00e0s suas regi\u00f5es de origem.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA utiliza\u00e7\u00e3o de testes de paternidade por an\u00e1lise de DNA, a infer\u00eancia de origem tamb\u00e9m por DNA e a infer\u00eancia de origem e diferencia\u00e7\u00e3o de animais criados em cativeiro dos coletados na natureza atrav\u00e9s das an\u00e1lises de is\u00f3topos est\u00e1veis s\u00e3o as t\u00e9cnicas mais sens\u00edveis para detectarmos ilegalidades e realizarmos solturas tecnicamente respons\u00e1veis, assim como para identificarmos pontos de superexplora\u00e7\u00e3o pelo tr\u00e1fico, o que pode ajudar a&nbsp; direcionar recursos para o combate a esse crime\u201d, afirma ela.<\/p>\n\n\n\n<p>Com doutorado em Gen\u00e9tica, Juliana considera a exist\u00eancia do com\u00e9rcio legalizado de fauna uma porta de entrada para animais ilegais, assim como imp\u00f5e ao poder p\u00fablico a necessidade de fiscalizar e diferenciar o legal do ilegal. \u201cAtualmente, as formas de rastreabilidade de origem s\u00e3o muito falhas e as fraudes comuns e numerosas\u201d, salientou Juliana.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"478\" src=\"https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-1024x478.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1673\" srcset=\"https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-1024x478.jpeg 1024w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-300x140.jpeg 300w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-768x358.jpeg 768w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-260x121.jpeg 260w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-50x23.jpeg 50w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-150x70.jpeg 150w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1-600x280.jpeg 600w, https:\/\/operitoambiental.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/WhatsApp-Image-2021-03-05-at-10.06.44-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>A an\u00e1lise dos is\u00f3topos est\u00e1veis feitas no laborat\u00f3rio da PF do Amazonas ajudar\u00e1 a combater o tr\u00e1fico da fauna identificando a real origem dos animais \u2013 e devolvendo-os a seu habitat. Foto: Pol\u00edcia Federal do Amazonas.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Fonte: brasil.mongabay.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tecnologia in\u00e9dita permite identificar se um animal vendido em um criadouro autorizado foi capturado ilegalmente na natureza. 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